Energia
Lê os padrões de consumo, compara-os com o histórico da habitação e propõe quando deve entrar a bateria e a que horas convém carregar o carro.
A melhor domótica é a que deixa de exigir atenção. A casa trata da gestão corrente sozinha e responde por conversa quando lhe pedem alguma coisa. Não é ausência de tecnologia. É o contrário.
A Domótica ZERO diz: «Não precisas.»
Ligar luzes pelo telemóvel. Abrir estores. Ajustar a temperatura. Ver câmaras. Comandar tomadas. É uma visão limitada da casa inteligente.
Estamos a tornar a casa mais tecnológica, mas continuamos nós a ter de gerir a tecnologia. O verdadeiro salto acontece precisamente quando deixamos de ter de fazer isso.
Entre as três há uma diferença enorme. É nessa distância que está o trabalho.
«Eu consigo controlar isto remotamente.»
«Eu consigo perceber o que está a acontecer.»
«Eu trato disso.»
A Domótica ZERO é para onde estamos a construir. As primeiras habitações já estão a ser instaladas.
O conceito tem duas metades, e faltar uma delas deixa o trabalho a meio. A primeira é o que a casa trata sozinha, enquanto ninguém está a pensar nisso.
Lê os padrões de consumo, compara-os com o histórico da habitação e propõe quando deve entrar a bateria e a que horas convém carregar o carro.
Detecta anomalias antes de se tornarem avarias, e antecipa a intervenção em vez de a comunicar depois do estrago feito.
Havendo câmaras instaladas e a pedido, distingue os residentes de quem não reconhece, e acciona o alarme.
A outra metade é a eliminação da interface. São sete da tarde, o frigorífico tem meia dúzia de coisas e ninguém tem ideias para o jantar. Em vez de abrir uma aplicação, escolher filtros e percorrer resultados, pergunta-se à casa.
O sistema sugere o que se pode fazer com o que existe e acompanha a preparação por conversa, passo a passo, sem ninguém ter de limpar as mãos para desbloquear um telemóvel. Se a decisão for encomendar em vez de cozinhar, o pedido faz-se pelo mesmo caminho.
O mesmo princípio vale para o que não tem nada de doméstico. A pedido do residente, a casa estabelece chamadas de emergência, para o 112, para um familiar ou para um vizinho, sem que seja preciso procurar o telemóvel e sem depender de se conseguir chegar até ele. Para quem vive sozinho, é uma diferença que não se mede em conforto.
Não queremos criar uma casa que tenha mais tecnologia. Queremos criar uma casa que exija menos atenção do seu proprietário.
Uma casa consome energia. Precisa de manutenção. Precisa de segurança. Tem equipamentos, avarias e necessidades. Hoje essa gestão está sobre os ombros do proprietário. A ideia é inverter isso.
A casa deixa de depender de alguém que se lembre de a configurar, corrigir e vigiar.
Uma casa em vez de doze aplicações. Um sistema em vez de aparelhos que não falam entre si.
Temperatura, luz e sombra ajustadas ao uso real, sem ninguém pensar nisso.
Consumo lido, comparado e explicado. Propostas concretas em vez de um número no fim do mês.
Acima de tudo. As pequenas decisões que deixa de ter de tomar todos os dias.
Quanto melhor a casa funcionar, menos a tecnologia deve aparecer. Mede-se pelo que deixa de ser preciso fazer.
Solar, armazenamento, carregamento de veículo e equipamento ligado podem tornar uma casa bastante mais eficiente. Esse potencial só se realiza quando todos comunicam e decidem em conjunto.
Não queremos que a casa diga apenas quanto se gastou. Queremos que perceba como a energia deve ser usada e que faça essa optimização por iniciativa própria.
Ver a gestão de energia →A próxima geração de habitações deverá monitorizar-se a si própria. Perceber padrões. Antecipar necessidades. Detectar anomalias. Optimizar energia. Prever manutenção. Adaptar-se a quem lá vive.
É o caminho que estamos a construir. Começou nas primeiras habitações, em Portugal.
A Domótica ZERO é a visão. O OperGama OS é a infraestrutura que a torna possível. Organiza equipamentos, energia, climatização, segurança e manutenção numa representação única da habitação.
Sem essa camada comum, cada aparelho é mais uma coisa para gerir. Por isso começámos pelo software e pela norma, não por um catálogo.
Estamos a seleccionar as próximas instalações em Portugal. Deixe o seu email e entramos em contacto quando abrirmos vaga na sua zona. Sem compromisso e sem custo.